Estudo tenta recriar a “árvore genealógica” do Sars CoV-2
Um estudo divulgado na última edição da revista “Nature Microbiology” mostra que o novo coronavírus pode ter circulado silenciosamente entre os morcegos durante 70 anos. O estudo, que contou com especialistas dos Estados Unidos, Bélgica, Reino Unido e China, tenta recriar a “árvore genealógica” do Sars CoV-2.
Apesar da suspeita, os pesquisadores afirmam que não é simples descobrir o caminho percorrido pelo vírus, porque o material genético é trocado facilmente.
O estudo também levanta a hipótese de que a doença tenha sido transmitida do morcego diretamente para o ser humano. Contudo, há também a suposição que os animais do tipo pangolins, comuns zonas tropicais da Ásia e da África, tenham sido um hospedeiro intermediário.
“As evidências atuais são consistentes com o vírus ter evoluído em morcegos, dando origem a variantes capazes de se replicar no trato respiratório superior de humanos e pangolins”, diz trecho do artigo.
Novo coronavírus pode ter circulado silenciosamente
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