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Sebastian Stan Revela Isolamento em Hollywood Após Interpretar Trump: ‘As Pessoas Têm Medo

 

Ator Detalha Rejeição por Colegas e Importância de Discutir Figuras Controversas

O ator Sebastian Stan, conhecido por seu papel como o Soldado Invernal no Universo Marvel, revelou ter enfrentado dificuldades em Hollywood após interpretar Donald Trump no filme “The Apprentice”. Em um evento em Los Angeles, Stan afirmou que foi ignorado por colegas na indústria, especialmente em programas como o “Actors on Actors”, da Variety, devido à relutância de outros atores em discutir seu trabalho no longa.

“Eles estavam com muito medo de falar sobre o filme. Então, eu não consegui participar”, disse o ator, ressaltando que isso reflete um problema maior: “Se o medo e o desconforto em falar sobre figuras como Trump persistirem, teremos um sério problema.”

“The Apprentice”: Uma Exploração de Trump e Roy Cohn

Dirigido por Ali Abbasi, “The Apprentice” retrata a ascensão de Donald Trump sob a influência de seu mentor Roy Cohn, um advogado polêmico conhecido por sua habilidade em manipular o sistema legal norte-americano.

Abbasi destacou a relevância do filme em compreender como Trump se tornou a figura que moldou a política americana moderna:

“O filme explora a corrupção inerente ao sistema americano, que permitiu a pessoas como Roy Cohn navegarem livremente e manipularem as alavancas do poder.”

O diretor defendeu o longa, enfatizando que não se trata apenas de Trump, mas de uma crítica ao sistema que possibilitou sua ascensão.

Rejeição de Colegas e Reflexão sobre o Medo em Hollywood

Stan revelou que seu convite para o “Actors on Actors” foi recusado por outros atores que não queriam discutir Donald Trump. A informação foi confirmada por Ramin Setoodeh, coeditor-chefe da Variety:

“O que Sebastian disse é preciso. Outros atores não quiseram fazer dupla com ele porque não queriam falar sobre Trump.”

Stan expressou preocupação com a relutância em debater figuras controversas, afirmando que isso limita o entendimento dos problemas sociais:

“Entendo que as emoções estão muito altas, mas essa é a única maneira de entender este filme e, consequentemente, a sociedade em que vivemos.”

Trump e a Identidade Americana

Stan citou o artigo de opinião de Carlos Lozada, publicado no New York Times, como uma inspiração para sua abordagem no filme. Lozada argumenta que Trump não é uma aberração, mas um reflexo da sociedade americana:

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“Trump não é um acaso, e o trumpismo não é uma moda passageira. Ele é parte de quem somos.”

Uma Conversa Necessária

Apesar das críticas e rejeições, Stan acredita que papéis como o de Trump são fundamentais para abrir diálogos sobre as falhas sistêmicas que moldam líderes e figuras públicas.

“Eu espero que as pessoas superem o medo de falar sobre isso, porque é assim que avançamos”, concluiu.

Com o impacto de “The Apprentice”, Sebastian Stan não apenas desafia Hollywood, mas também convida o público a refletir sobre as raízes do trumpismo e o papel da arte em abordar questões complexas.

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