conecte-se conosco

Olá o que procuras?

Aritana de Oxóssi e jornalista Rita Batista
Aritana de Oxóssi e jornalista Rita Batista
Aritana de Oxóssi e jornalista Rita Batista

Tv e famosos

Festa do 2 de Julho : Presença marcante de Aritana de Oxóssi e de Rita Batista emociona a multidão

 

A Independência que o Brasil esqueceu, mas a Bahia nunca deixou morrer !

Evento histórico é celebrado com ancestralidade, fé e resistência popular; presença marcante de Aritana de Oxóssi e da jornalista Rita Batista emociona a multidão

A Bahia acordou em festa nesta terça-feira (2), com ruas tomadas pela emoção, cultura e história viva do povo. A Festa do 2 de Julho, considerada por muitos como a verdadeira Independência do Brasil, revive a luta do povo baiano contra o domínio português — e, em 2025, contou com presenças ilustres como o sacerdote Aritana de Oxóssi e a jornalista Rita Batista, que abrilhantaram ainda mais a celebração.

Uma Independência que veio do povo

Diferente do 7 de setembro, a data de 2 de julho celebra a vitória concreta dos baianos — negros, indígenas, mulheres e soldados do povo — que lutaram com coragem por 17 meses contra as tropas portuguesas. Foi na madrugada de 1823 que Salvador se viu livre da presença estrangeira, consolidando de fato a independência brasileira.

Um ritual de fé, cultura e memória

A programação começa ainda no final de junho, com o acendimento do Fogo Simbólico da Liberdade na cidade de Cachoeira, percorrendo diversas localidades até chegar à capital. Em Salvador, o cortejo arrasta multidões com os carros do Caboclo e da Cabocla, representando a força do povo.

Eles percorrem bairros históricos como Lapinha, Soledade, Pelourinho e Campo Grande, recebendo flores, frutas e até bilhetes com pedidos — uma tradição que emociona há gerações. “É mais que um desfile, é um ato de resistência ancestral”, comentou o Pai Aritana de Oxóssi, que participou das homenagens no Campo Grande ao lado de lideranças e representantes culturais.

Nomes que resistem no coração do povo

Durante a celebração, o povo baiano reverencia heróis populares esquecidos nos livros de história, como Maria Quitéria, Joana Angélica, Corneteiro Lopes e João das Botas. A jornalista Rita Batista, presente no evento, destacou em suas redes a importância de “contar a história sob a ótica do povo negro, que fez essa liberdade acontecer”.

As comemorações seguem até o dia 5 de julho, com o retorno dos carros ao bairro da Lapinha, encerrando oficialmente a festa com muita música, orquestras, fanfarras e emoção.

Conheça a tradição popular que une ancestralidade, resistência e cultura em um dos maiores festejos cívicos do país

Na madrugada do dia 2 de julho de 1823, Salvador acordava livre da presença do exército português. Após mais de 17 meses de batalhas sangrentas, o povo baiano — formado por negros libertos, indígenas, mulheres e soldados — consolidou a Independência do Brasil com luta e coragem. E é essa história que até hoje pulsa nas ruas da capital baiana durante a Festa do 2 de Julho.

Uma celebração cívica cheia de fé e resistência

A data, considerada por muitos como a “verdadeira independência do Brasil”, é reverenciada como um símbolo de força popular. A comemoração começa ainda no final de junho com o acendimento do Fogo Simbólico da Liberdade, em Cachoeira, no recôncavo baiano. A tocha percorre diversas cidades até chegar em Salvador, carregada por atletas, líderes e autoridades.

No dia 2 de julho, o cortejo toma as ruas de Salvador. O desfile dos carros com o Caboclo e a Cabocla — figuras que representam os heróis do povo — percorre bairros históricos como Lapinha, Santo Antônio Além do Carmo, Pelourinho e Campo Grande. Eles recebem flores, frutas e até bilhetes com pedidos da população.

Um desfile com alma popular

Mais do que um evento cívico, o Dois de Julho é um grito de memória e pertencimento. É nessa festa que o povo baiano homenageia nomes que ficaram fora dos livros de história: Maria Quitéria, Joana Angélica, Corneteiro Lopes, João das Botas — heróis e heroínas da resistência brasileira.

Com casas enfeitadas, queima de fogos, bandas marciais e a presença de escolas, irmandades, orquestras e fanfarras, o festejo emociona até quem assiste pela primeira vez. As celebrações se encerram apenas no dia 5 de julho, com o retorno dos carros emblemáticos da Cabocla e do Caboclo para a Lapinha.

Um convite para o Brasil inteiro

A Festa do 2 de Julho vai além da Bahia. Ela é um lembrete de que a independência não foi um ato isolado no Sudeste, mas uma guerra vencida com o sangue e a coragem de muitos. Se você ainda não conhece, vale colocar na agenda: Salvador te espera com história viva nas ruas.

A Festa do 2 de Julho: A Convergência de Forças de Todo o País que Quase Ninguém Conhece

Confira Também

Bahia

 Fenômeno deve provocar ventos de até 90 km/h e temporais no Sul do país, enquanto a Bahia terá mudanças pontuais no tempo devido à...

economia

 Investimentos de baianos na Bolsa de Valores batem novo recorde Os baianos estão investindo cada vez mais no mercado financeiro. De acordo com dados...

Mundo

 Documento garante residência permanente no país e chega em meio a processos judiciais no Brasil e ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasília e...

Bahia

 Projeto prevê transformar parte do convento em hospedagem para garantir recursos permanentes para a conservação de um dos maiores patrimônios históricos do Brasil. Igreja...

Tv e famosos

 Conjunto nascido no tradicional Terreiro do Gantois, em Salvador, fará parte do novo álbum da cantora e ganha projeção nacional.   Anitta aposta na...

Tv e famosos

 A Netflix estreou nesta terça-feira (3) a série documental Michael Jackson: O Veredito, produção que promete revisitar um dos capítulos mais controversos da vida...

Tv e famosos

 O nome de Moysés Macedo, conhecido artisticamente como Mike, voltou a repercutir nas redes sociais após o cantor compartilhar uma sequência de fotos que...