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Polícia Civil Prende 13 Integrantes de Facções Criminosas na Bahia em Grandes Operações Contra o Tráfico

 

Ações simultâneas das Operações Aurantis e Dankana desarticulam grupos ligados ao narcotráfico e atingem lideranças em Camaçari e outras regiões do país

A Polícia Civil da Bahia deflagrou duas grandes ofensivas contra o crime organizado nesta semana. As Operações Aurantis e Dankana, coordenadas pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom) e pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), resultaram na prisão de 13 integrantes de facções criminosas atuantes na Bahia, além de apreensões e cumprimento de mandados em outros estados como Paraná e Mato Grosso do Sul.

As ações fazem parte da Operação Narke, que visa desmantelar o tráfico de drogas, enfraquecer as estruturas de facções e prender líderes e operadores logísticos desses grupos.

Operação Aurantis: “Passarinho” é morto em confronto; líder “Geleia” segue foragido

Durante a Operação Aurantis, as equipes localizaram seis criminosos, entre eles “Passarinho”, considerado o número dois da facção que atua em Camaçari, região metropolitana de Salvador. Segundo a polícia, ele foi atingido em confronto e não resistiu aos ferimentos.

Já o líder da organização, conhecido como “Geleia”, continua foragido, sendo investigado por comandar as ações criminosas da facção diretamente do exterior.

Operação Dankana: foco na logística do tráfico e atuação interestadual

Já a Operação Dankana, conduzida pelo Denarc, cumpriu sete mandados de prisão, incluindo alvos no sistema prisional. Em Barra do Pojuca, Camaçari, um suspeito foi capturado por ser o responsável pela logística da distribuição de drogas na região, utilizando uma rede de mototáxis para abastecer os pontos de venda.

A ação integra a Operação Narke, que tem como foco grupos com ramificações interestaduais, reforçando o enfrentamento ao tráfico de drogas em Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Balanço das Operações:

  • 13 criminosos presos
  • 29 mandados de busca e apreensão cumpridos
  • Ações dentro e fora do sistema prisional
  • Mais de 300 policiais civis envolvidos
  • 66 equipes operacionais atuando simultaneamente
  • 7 equipes responsáveis pela formalização dos procedimentos

Declarações oficiais:

Segundo fontes da Polícia Civil, as operações representam um duro golpe na atuação das facções criminosas, com impacto direto no desabastecimento das redes de distribuição de drogas e desarticulação da hierarquia criminosa.

“Seguiremos firmes no enfrentamento ao crime organizado. Não vamos permitir que criminosos comandem o tráfico, seja aqui ou de outro país”, afirmou um dos delegados responsáveis pelas operações.

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As operações Aurantis e Dankana mostram a força da integração das forças de segurança no combate ao narcotráfico e facções criminosas, que insistem em se reinventar para manter suas atividades. Com inteligência, força operacional e estratégias coordenadas, o crime tem perdido espaço.

A Polícia Civil continua investigando os foragidos e reforça o apelo para que a população colabore com denúncias anônimas por meio do Disque Denúncia 181.

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